13.5.09

Da idade da liberdade [?!]

"Tristemente passo daqui pr'ali.
Despeço-me do "de menor" para o temido "de maior".
Recebo mais responsabilidades e cobranças.
Perco a visão de infantilidade.
Cresço.
Ao menos no documento.
Fico velho e as rugas me traçam."




"E agora? O que eu espero e o que me espera?"

O_o


...respire ¬06 [de vergonha!]


"Eu poderia citar Álvares ou Shakespeare, ou ainda mais roubar as palavras do meu irmão, mas mesmo assim cairia na rima de coração. Absurdo toda essa minha ideia e ainda mais minha cara de pau, o que não faço em poesia, em prosa ainda não é nada especial. Parei com rimas ridículas ou coisas assim, mas como o poema de Cecília o amor não tem fim. Por isso minha querida posso me sujeitar ao ridículo, mas por você acreditaria até em deuses do Olimpo.
Sabes das minhas disposições e de como eu sou, só te pergunto se és a garota do Roberto que dirige em disparada e que acho que posso conquistar. Porque se for, mais que alegre eu vou ficar!!"



Depois dessa minha ridícula declaração corri contra o tempo pra mais uma vez passar vergonha... Nunca senti tanta queimação no rosto quanto daquela vez... Tanto é que "Morena", de Los Hermanos saiu meio mais que desengonçado. Enfim, ainda não cheguei ao fim.



Ainda descontarei Thaís (e Janna e Marília).

9.5.09

...nada mais.

Aquela tarde estava se prolongando pro resto do que eu chamava de vida. Não parecia melhorar, mas nem piorava nada. Era uma parada (brusca!) de toda a correria atual. O lago duplicava o sol, a grama grande cercava-me que continuava ali sentado. Atrás, apenas o passado e a locomoção para um futuro. Deixara tudo atrás. Tudo que eu havia construído nesses anos longos e cansativos. O que eu realmente queria dali pra frente? O que queria apagar, reconstruir ou conciliar? Aquele ser só possuía cinco dias de descanso do estresse em viver com pessoas em volta. Mas no fim, como uma previsão, ficará tudo a mesma coisa.

É só expectativa de algo que sei que nada mudará.

2.5.09

Não distante da realidade (ou Braquiara!)

Mesmo com o uso fiquei realmente aqui. E antes acreditava que mudaria totalmente. Nada disso... Depois de trinta, não exatos, minutos meu corpo desmoronou. Nem total... Apenas fiquei com sono, pedindo cama, colo ou até mesmo o chão. Era álcool sugado. Era apenas cinzento. Era menor do que meu dedo mindinho. E me deixou assim! Com mais frio do que o normal. Um vento parecia uma ventania. O lago já era grande demais. A cerveja já estava doce. Minhas pernas tremiam, meus dedos, minha cabeça pesava mais que o corpo. Parei... parei numa das estradinhas de terra batida... Estavam todos em volta. No lago, na árvore, no morro. Sentei, deitei... O sol na cara, sem nuvem. A terra quente nas costas, sem dor.
Apaguei.
Cazuziano, ainda faz efeito!

25.4.09

Decepção ou traição de última hora

O acontecido foi comigo. Na verdade eu estava presente, mesmo que por uma fresta na parede de madeira. Do lado de cá tem um corredor no escuro, até porque o horário deveria fazer todos dormirem. Mas descobri que não estão dormindo, pelo menos nós três.
Talvez a dor que eu sentia naqueles minutos seria capaz de arrebatar a tlerância e fazer agir como um louco. Com uma faca em punho, um chute na porta e sangue e morte. Sobretudo desde sempre fui fri. Achava melhor agir de maneira consciente. E nesse caso... O indesejado da históoria sou eu.
Era inverno e tínhamos decidido viajar até o sul. Ver a beleza de um canto até então desconhecido. Ia eu e minha namorada, como num passeio meio que lua-de-mel ou algo parecido, mas aí meu irmão pediu uma carona até metade do caminho, tinha uma entrevista para um novo projeto. Cedi... Não, não sou tolo. Vi nos olhos dos dois que havia algo mais. Naquela época gostava de testar a confiança e as próprias pessoas (não gosto mais). Acabei me dando mal, ou não... Fui livrado de alguém que não gosta de mim.
E o começo foi assim...
Agora estava para com o olho na fresta da parede de um hotelzinho interiorano. Lá dentro estavam os dois... Transando! E parecia ser uma transa bem gostosa.
Esperei até o orgasmo para depois me retirar. Não tinha mais nada a fazer ali.
Peguei meu carro, minha mala e minha vida e os levei para qualquer outro lugar.
Assim, sem adeus!

12.4.09

...respire ¬05 [humpf!]

Basicamente o resumo do que aconteceu são desagrados e agrados errados. E a briga tornou-se inevitável... Poderia ser algo rotineiro que depois de algumas horas voltasse tudo ao normal. Ainda pode ser, mas as coisas ficaram estranhas. Teu sorriso não aparece, meu semblante não ri. Meu pensamento egoísta, teu pensamento manipulado. Nossa vida assim... Com um rumo estranho, sem a combinação de ideias e pedidos dos dois lados. São nesses momentos que o medo de perda aparece. E depois?! E ficaremos assim?! Pois bem... O ônibus já chegou.


Mas eu te amo!