Alguns dias acordam mais felizes que outros. Coisa do acaso mesmo... Pode até estar nublado, chovendo, tempestade, mas o sorriso está lá. Estampado e bem aberto. Hoje não é um dia desses, ontem foi. Ontem ele gargalhou as 24 horas... Sem interrupção. Mas hoje ele ‘tá acabado, pra baixo e não tem nada que lhe faça mudar.
Talvez seja apenas reflexo do que ocorrera. Mas ainda tenho esperança de que o hoje ria alguns segundos, pelo menos.
Agora 'tô voltando pra casa. Deixando metade do ano guardado nesse carinhoso aperto aqui.. E na memória. Com a expectativa de voltar em 2010 e destrinchar as novidades, dificuldades e os prazeres que isso aqui me proporciona.
Depois de uma inesperada notícia caío de cabeça nessa terra e imagino a grande dificuldade que será ao partir. Desde já sinto saudade dos 30 e poucos, dos bares que sentamos, das piadas que rimos e deixamos os outros sem graça. Enfim, de todas as peripércias que aprontamos nesses "poucos" dias.
Sinta: o cara deu alguma droga a menina. Dizendo que ela “virava” lésbica e ainda transava com animal. É foda? Na porta da facul. É mundão perdido.
Pensando por um lado, já que hoje tem droga pra qualquer tipo de efeito porque não pra esse tipo de transformação? Se Xuxa transformava qualquer coisinha num coisão, esse “cara” deve ser um expert em drogas que “não importa o efeito”.
Sobretudo o mais engraçado é o motivo pelo qual a menina procurou a droga! Ou esse só foi mais um motivo disponibilizado? Deve ser cliente velha e o “cara” quis mudar a rotina da pobre coitada. Não... Não deve ser nem pobre e muito menos coitada. Mas pode ter sido uma boa pedida. Um ‘homozoossexualismo’. Como se daria isso? Por exemplo, um romance com uma cadela ou uma égua? Nossa!
Isso tudo não importa, preocupo-me mesmo é com a pequena. Só em pensar no tipo de lugar por onde ela anda assusta (O_o). Espero que ela não traga essas inovações para o lado de cá! – riso.
Meus instantes são construídos depois de muita vislumbração. Aquela ideia de fotografar ocularmente tudo o que se passa em nossa volta. São sinais de uma bela vida que temos e o quanto não sabemos aproveitar o que nos é concedido. O quanto desperdiçamos enquanto estamos trancafiados a normas ou a ideais de que futuramente podemos viver e transformar o que escolhemos para transformar. Não gosto de discutir o que inúmeras vezes foi feito e que de nada adianta se eu ficar do lado de cá. Mentira! Todos gostamos da vida preguiçosa, do ron-ronar que fazemos deitados nas redes em sombra e água fresca. De pouco nos importa o que está sendo desperdiçado, os que estão sendo jogados fora. Por isso, às vezes, forço-me a procurar a utilidade nas coisas. E qual é a minha aqui onde estou?