11.11.11

Qual a forma acertada do cuidar?


A cultura da saúde mental, antigamente, mantinha um “estufar de peito” por ver seus centros manicomiais cheios, repletos de pessoas sem rumo, sem continuidade na história, sem expectativa de vida. Encarcerados num entretenimento vicioso em mantê-los ocupados com a desocupação, tornando-os doentes constantes, focando o valor monetário e a boa vida no trabalho – entende-se vida fácil e autoritária na rotina.
O filme nos mostra essa realidade degradante que sobrevivia no século passado. Os profissionais utilizavam de uma autoridade para controlar seus bens orçamentários, acreditando estar fazendo o papel orgânico-social-psicológico correto com aqueles indivíduos. A vida que era proposta a esses seres com problemas mentais era humilhante, desonrosa e frustrante de ideias, sonhos e ideais. Não se existia probabilidade de se viver ao adentrar nessas instituições, nos direcionando a ter sentimentos de revolta aos profissionais e compaixão aos internos.

31.10.11

Sensacional!!!

Vale a pena assistir! Muito... A liberdade proposta, a aventura, o jeito de por a vida por uma fita! Assistam em tela cheia!




I Believe I can Fly (flight of the frenchies) - sebastien montaz-rosset

28.10.11

Sexta a noite tem:


"Aiô o chinelo vai chiar...
aiô o chinelo vai chiar...
aiô o chinelo vai chiar...
com o Wilsinho dos teclados,
o chinelo vai chiar..."

Baita Cultura! A gente vê por aí!



Dos três anos que o ZIN (sem o -ho) fez no dia 14.

Como sou um "postador" muito regular e atencioso com as coisas, todos vêem, não percebi que no último 14 de outubro esse endereço aqui fez três anos de existência. E eu queria dar os parabéns para mim (autossuficiente). Coloquei o -ho lá em cima - explicando... - porque eu mantive um blog chamado Heroizinho por um curto espaço de tempo, ou nem tão curto assim, acho que um ano. Quando tive a esplêndida ideia de tomar o apelido do meu vô para criar uma certa descendência (depois de um tempo surgiu o fictício clã Zin, minha família Gonçalves. OBS: Que agora já tem o FeiZin, o pequeno). Então 'tá aí... Perturbando o silêncio alheio, criando situações desconcertantes e matando de vergonha os meus familiares e amigos.

Utilizando dos frequentes-anuais posts do blog do meu irmão, Binóculo Míope, tenho a estatística (menos numerosa):

150 posts
265 comentários
1 página (a C.S.C)
4.586 visualizações
Visitantes de diversos países (Brasil ¬¬, EUA, Alemanha, Portugal, Holanda, Japão, Índia, Canadá, Rússia e França) seja lá o que estiveram procurando...
...
E um único post com quase 1.000 visualizações (fica a dica: vale colocar um título com alta busca no google)


PS: E 7 visualizações de página pelo navegador 
Jakarta Commons-HttpClient, o que é assustador!

21.10.11

Experiência Hospitalar Pública

Naquele momento eu me desliguei totalmente das minhas responsabilidades, algo que não costumo fazer, mas ali eu vi o sofrimento na cara. Naquela enfermaria aqueles humanos estavam vivendo em condições lamentáveis. O odor que ambientava era insuportável, pra mim que ali estava em poucas horas... Imaginei aqueles pacientes e acompanhantes virando dias com aquilo impregnado no nariz. Aquela visão, aquela parede com sua cor amena, sem vida. Aquelas feridas expostas às manhãs. As expectorações alheias a todo momento, os banhos, os banheiros. Tudo. Fiquei ali olhando as expressões nas faces daqueles seres e não sabia qual o sentimento que passavam por eles, se era medo da morte, dor, sofrimento diverso, pena do outro. Acordei naquele ambiente e ainda vi o sorriso no rosto do paciente que eu cuidava... Vi que ainda restava alegria e esperança no ser. Talvez isso é o que ainda importe.