23.11.09

10.11.09

Imprestável

[...]
Meus instantes são construídos depois de muita vislumbração. Aquela ideia de fotografar ocularmente tudo o que se passa em nossa volta. São sinais de uma bela vida que temos e o quanto não sabemos aproveitar o que nos é concedido. O quanto desperdiçamos enquanto estamos trancafiados a normas ou a ideais de que futuramente podemos viver e transformar o que escolhemos para transformar. Não gosto de discutir o que inúmeras vezes foi feito e que de nada adianta se eu ficar do lado de cá. Mentira! Todos gostamos da vida preguiçosa, do ron-ronar que fazemos deitados nas redes em sombra e água fresca. De pouco nos importa o que está sendo desperdiçado, os que estão sendo jogados fora.
Por isso, às vezes, forço-me a procurar a utilidade nas coisas. E qual é a minha aqui onde estou?
[...]