Uma pequena e excelente história de "apaixonamento" instantâneo! Simples e lindo curta-metragem.
5.2.11
4.2.11
Pequenas sensações
Ele deixa um lar com o mínimo de claridade possível naquela escuridão. Em pensamento confessa seu medo e, a partir de então, visualiza e planeja inúmeras situações. Enquanto esses “absurdos coerentes” rodam a cabeça dele, seus olhos ficam atentos a qualquer movimento, que é nenhuma. É então que ele tem a oportunidade de vislumbrar a beleza da treva. As estrelas saltam aos olhos clareando com auxílio da tímida lua a iluminar a terra. Os paralelepípedos pintados de branco, tem agora outra função além da limpeza: traceja o caminho e me direciona para o que sei de cor. As casas vão pintando a paisagem, o vento toca seu corpo e transforma sua melodia de paz em um suspense barato. Nenhum som além dos grilos e sapos.
Àquele horário certamente só haveria um grupo de jovens sentados na praça principal, e lá estavam. Agora com um violão nos braços cantando qualquer melodia, cortando o silêncio que se estabelece por toda a cidade. Suas brincadeiras pervertidas, seus risos descontraídos aliviam o pânico que se estabelecera nele. Com seus estalos curva a rua e põem em prática sua tática de disfarce – retira a blusa branca que possivelmente seria ponto de referência... Para que? Nem ele sabe explicar. Quem estaria naquele breu vigiando-o? Não sabendo se isso funcionou pelo menos pôde sentir a brisa do rio na sua pele. A água cantando uma reconfortante canção de ninar, sua mão medindo as chaves, seus olhos e ouvidos atentos, seus passos firmes e calmos. Chega-se a casa. Abre-se o portão. Entra-se. E todo aquele sentimento de liberdade misturado com medo o deixa, o que não é positivo.
Em calor pensa no que lhe ocorrera, no que não ocorrera e em como é maravilhoso ter uma cidade dessas para chamar de minha. Algum orgulho se acha para ter. É nesse quase povoado que seus sentimentos nascem, solidificam e mudam.
Bela noite de falta de energia.
30.1.11
Convivência
Conviver requer uma ordem de fatores a serem seguidos. Não é apenas chegar, se estabelecer e finish. Em absoluta observação pude constatar que quanto mais intimidade se tem se chega a um encruzilhada: a parte boa é porque não precisa ter vergonha em determinadas situações; a parte ruim é que essa intimidade deixa em aberto para qualquer tipo de discurso e afins. Entretanto, a última frase só ocorre quando o bom senso está defeituoso.
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Conviver deveria ser fácil e puramente gostoso. As pessoas deveriam respeitar o espaço do outro, ser organizado, cuidadoso, carinhoso... But insistem em serem desagradáveis. Pergunto: porque isso “oh” Grande? Respondo: porque sim... Sempre foram, e serão. É inato do ser humano ter esse tipo de face em miscelânea com outras tanto.
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Passei alguns dias longe de estar sozinho e foi bom... Ruim... E assim assim. Por todos esses motivos já citados e por alguns que envolvem mais aproximação e troca de afeto e amor. Em resumo de um mês e pouco, concluo que hoje estou preparado para viver só e apenas amar a distância, não sentindo o peso da convivência.
6.1.11
four.
Éramos crianças quando projetávamos esse presente. Brincávamos de fingir um relacionamento de adulto e já achávamos bom. Hoje presenciamos nosso amor, construído sobre momentos minuciosos - bons, ruins e alguns assim assim.Devo agradecer por sua tamanha dedicação em nos manter juntos, em me fazer feliz e ter prazeres que de nenhum outro modo teria.
Desejo que nossa vida juntos continue se construindo e que supere o que vier... E que curtamos cada momento, degustando cada fatia do tempo em que estivermos um ao lado do outro.
Eu te amo.
E tudo o mais que tenho para lhe dizer posso sussurrar enquanto estivermos nos afagando...
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teu guri
29.12.10
Uma bela história de como se constrói um império no século XXI. Apresentando o que é necessário para subir e ficar BILIONÁRIO.
1 bela ideia + 1 breve investimento + 1 coragem de enfrentar e fazer tudo
Ao término observamos o que realmente move as pessoas...
Sentimentos!
26.12.10
Relato de um fato.
Observação alheia: uma casa pequena, uma grande família, inúmeras visitas, resultando numa soma exageradamente desvaforável para o local. Todavia, diversão e riso não faltaram.
Aqueles seres que não envelhecem e mais parecem criança em plena fase de descobrimento. O desenrolar da fala agitada e corrida, a tranquilidade na busca pelo modo de viver.
Sábia família de cor. Uma gostosa miscigenação de raças na sala de pura conversação.
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Breve noite.
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